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5 pontos que todos os internacionalistas precisam melhorar nos currículos [atenção para o #3]

O profissional de Relações Internacionais apresenta características únicas, que precisam ser valorizadas e principalmente refletidas no seu currículo de forma correta.

A busca por emprego é uma etapa comum na jornada de todos, mas não é simples e requer planejamento. E isso fica evidente quando partimos para a composição do curriculum vitae.

Antes de tudo, temos que ter claro o papel do currículo: ele serve como instrumento para o empregador entender quem é você, conferir sua trajetória, sua capacidade de desenvolver o cargo para o qual está se candidatando e se você tem os mesmos valores que a instituição.

Pensando nisso, listamos os principais pontos que todos os internacionalistas precisam melhorar e ficar atento para evitar os pequenos erros que podem fazer a diferença entre ser chamado para uma entrevista ou ter o currículo descartado.

Confira as 5 dicas que nossos especialistas preparam pensando no profissional de Relações Internacionais:

  1. Apenas informações pessoais relevantes 

A empresa contratante quer conhecer mais sobre você, mas apenas o essencial. Os dados de contato e informações pessoais devem se limitar ao que a empresa solicitou e também ao que se convencionou como necessário nos currículos.

Apesar de você ter muitas histórias para contar, não é esse o momento. Apenas as informações fundamentais sobre você devem constar: nome completo, telefones para contato, endereço de e-mail e onde está residindo.

As redes sociais são relevantes, mas apenas as que você usa para comunicação profissional. Nesse caso, é importante incluir o seu perfil do linkedin (sempre bem atualizado), até mesmo o lattes (caso a vaga se relacione com ensino/pesquisa).

Vale destacar que não é necessário informar sua idade e seu sexo, mas não é uma regra. Vale entender as características do processo seletivo e decidir se é melhor colocar ou não. A empresa deve querer você por sua formação, experiência, valores e capacidades técnicas, outros fatores não podem ser considerados como eliminatórios.

Importante: não inclua foto no currículo.

  1. Seja objetivo e se limite ao necessário

Parece clichê, mas muitos internacionalistas amam dar muitas voltas antes de dizer a que veio. Seja curto e direto: diga o que você procura.

Um erro comum, em especial de quem está procurando o primeiro emprego, para aparentar ter um currículo “completo”, é “encher linguiça”! Lembre-se: é necessário apresentar quais são os seus objetivos naquela empresa, ser direto e claro.

Esqueça as viagens, os diversos projetos acadêmicos, as experiências internacionais, histórias mirabolantes e projetos que não se concretizaram. Tente resumir o que você procura, sua formação e experiências em poucas linhas.

Vale destacar: você deve ponderar quais itens são relevantes para a vaga em específico e fazer uma seleção das suas experiências/habilidades/cursos que embasem sua candidatura e que sirvam de elementos para compor o currículo.

  1. Empresas diferentes, roupagens diferentes

Vagas diferentes, currículos diferentes. Revise o seu currículo sempre que você for se candidatar para um novo cargo com especial atenção tanto para a descrição da vaga quanto para a história/valores da empresa que irá recebê-lo.

É comum ver muitos internacionalistas replicando o mesmo currículo sem passar por um crivo para refinar e apresentar as informações seguindo as exigências da empresa.

São exigências e não se trata de mudar quem você é – entenda sempre assim. Caso a descrição da vaga oriente os interessados a incluírem a pretensão salarial, faça – por exemplo.

Importante: anote tudo o que é exigido no processo seletivo, em especial, os itens que devem constar ou seguir como anexo ao seu currículo.

  1. Descreva sua formação e experiência profissional

Alunos egressos do mesmo curso podem ter formações acadêmicas diferentes. Durante a graduação, por exemplo, escolhemos disciplinas, participamos de projetos e nos envolvemos com atividades diferentes.

Para cada experiência profissional ou acadêmica, você pode pontuar alguns itens que sejam complementares e que embasem sua candidatura, mas lembre-se dos pontos 2 e 3: limite-se ao necessário e se adeque ao que for exigido.

Mas alguns itens são fundamentais: nome da instituição, nome da graduação, data de início e término e local. Se você ainda está cursando, vale colocar o período em que estuda e qual a expectativa para a conclusão.

Os pontos descritivos das suas experiências profissionais devem ser bem descritos, de forma concisa, no currículo. Nesse caso, também vale a regra do bom-senso: coloque apenas as atividades principais que você executou.

Importante: esse quarto ponto é útil, em especial, pois muitas empresas ainda não conhecem o profissional e o curso de Relações Internacionais, então a descrição é uma forma de mostrar as suas características e diferenciais.

  1. Sinceridade, simplicidade e clareza

Idiomas:

Uma das características que sempre saltam aos olhos do empregador é o domínio de outros idiomas. Muitos internacionalistas amam e dedicam parte das suas rotinas aos estudos de novos idiomas.

Entretanto, na hora de redigir o currículo, devemos nos atentar para as exigências da vaga quanto a eles; caso não tenha as certificações, é necessário descrever suas competências linguísticas em: básico, intermediário e avançado.

Lembre-se: menos é mais. Destaque apenas os idiomas solicitados e aqueles que podem auxiliar no trabalho e que você tem fluência.

Habilidades:

É comum sobrevalorizarmos nossas capacidades, mas devemos ser honestos e pragmáticos ao listá-las. Será que você realmente domina as habilidades pedidas na vaga? Você tem o nível de perícia pedido?

Os contratantes prestam especial atenção nas suas habilidades, pois elas serão a base para o desempenho das suas atividades na empresa. Para não correr o riso de ser pego em uma inverdade, faça testes para se certificar que possui o nível adequado de domínio e anote no currículo se é básico, intermediário ou avançado, por exemplo.

Lembre-se:

O maior adversário para a oportunidade desejada é você mesmo. Os pequenos erros, inverdades e omissões podem custar caro na hora do processo seletivo e durante sua jornada profissional.

As informações erradas demonstram que você não se preparou e que, se fez isso no currículo, pode replicar isso nos relatórios e em outros documentos na empresa.

Revise sempre o seu currículo. Mostre para um amigo e não deixe nada escapar.

 

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